Nem me lembro ao certo quantos anos tinha em minha primeira visita ao Masp, ele mudou bastante nesses últimos anos embora muitas coisas ainda sejam as mesmas. Ainda vemos a dificuldade do museu em se manter, a falta de incentivo a cultura pela falta de manutenção em alguns locais do prédio e pelo relativamente "salgado" preço da entrada.
São Paulo é sempre frenética e depois de um pequeno atraso em função do transito e um pouco de sorte conseguimos chegar a estação da luz a tempo da visita monitorada pela parte "cultural" da estação e pela sala de concerto. Impressionei-me muito com a sala, em primeiro por nunca ter entrado em uma e depois pela grandiosidade do projeto da sala e da estação da luz.
Outra coisa que chama atenção de quem não mora na capital é a gritante disparidade entre os centros culturais e a rua. Os grandes esforços da prefeitura não foram suficientes para expulsar os pobres que vivem na região e ainda não se sabe onde esse processo e as pessoas vão parar com a revitalização do centro.

1 comentários:
Quem dera as dançarinas de funk fossem sensíveis (assim como você) pra perceber as contradições inerentes desse sistema que coloca de um lado um baluarte da cultura e da arte e de outro a reificação do ser humano...lamentável...
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